Aglomerado de Ptolomeu – M7

Aglomerado de Ptolomeu - M7. Crédito: ESO.O Aglomerado de Ptolomeu, também designado por M7 (Messier 7), ou ainda por NGC 6475, é um aglomerado estelar aberto (o mesmo que enxame estelar aberto) que pode ser observado na constelação de Escorpião.

O nome deste enxame estelar aberto vem do astrónomo Cláudio Ptolomeu, que terá sido o primeiro a referir este objeto celeste, no já longínquo ano de 130 AD. Nessa época, sem os instrumentos de observação que possuímos hoje, Cláudio Ptolomeu descreveu o objeto como “uma nebulosa que segue o ferrão do Escorpião”.

A magnitude aparente deste aglomerado de estrelas é de +3,3 sendo assim visível a olho nu (desde que o céu apresente condições ideais) parecendo ser uma mancha luminosa difusa. Só com recurso a bons binóculos e a telescópios é que podemos distinguir as estrelas.

O Aglomerado de Ptolomeu (M7) possui aproximadamente 100 estrelas, ocupando um espaço com cerca de 25 anos-luz de diâmetro. O Aglomerado de Ptolomeu situa-se a aproximadamente 800 anos-luz de nós.

Sendo M7 um aglomerado aberto de estrelas, essas estrelas que o constituem possuem uma origem em comum, ou seja, uma mesma nuvem molecular. Assim as estrelas de M7 têm aproximadamente a mesma idade e mesma composição química. Calcula-se que M7 tenha aproximadamente 200 milhões de anos de idade. Porém, as estrelas do Aglomerado de Ptolomeu também apresentam diferenças significativas em termos de dimensões e de brilho.

Aglomerado de Ptolomeu

Aglomerado de Ptolomeu. Crédito: ESO.

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